Não era a manchete, mas tinha uma foto ilustrativa logo na capa. A foto era simpática, digna de um casal feliz e principalmente, normal. O título "Rompendo preconceitos". Abrindo a página indicada, uma reportagem de um terço de página, mas ainda assim uma reportagem. Falava que no interior de RS uma união havia vencido preconceitos. Duas mulheres, que não é necessário citar nomes, conseguiram realizar este sonho. Uma união como a nossa querida Shane falou anteriormente, "homoafetiva". A união estável, que segundo consta na notícia, faz com que o casal tenha quase os mesmos direitos de um casamento, onde estes têm direito de adoção, pensão e fins patrimoniais. Falam também com um quê de simpatia sobre a lua-de-mel das duas moças.
Comovida com a reportagem, onde confesso não ter nada a reclamar, resolvi me pronunciar. Desta vez um pouco mais calma, sem tanto rancor dos acontecimentos. Apesar dessa singela demonstração de que isso "vale a pena ser dito no jornal" fico imaginando, nas longas noites de insônia, quando um acontecimento desses vai virar tão rotineiro a ponto de passar da coluna "Geral" para a "Sociais". E o que eu acho mais engraçado é que uma coisa dessas aconteceu num lugar que nem telefone tem [tirando o pessoal que mora no "centro" da cidade]. Isto serve de lição para nos mostrar que respeito não precisa de modernidade nem tecnologia. Basta tê-lo.
Sinceramente, estou impressionada. E sem mais nada a ser dito, apenas repito.
Respeito, não precisa de nada, apenas de ser usado com toda freqüência possível e sem medo de gastá-lo.
Comovida com a reportagem, onde confesso não ter nada a reclamar, resolvi me pronunciar. Desta vez um pouco mais calma, sem tanto rancor dos acontecimentos. Apesar dessa singela demonstração de que isso "vale a pena ser dito no jornal" fico imaginando, nas longas noites de insônia, quando um acontecimento desses vai virar tão rotineiro a ponto de passar da coluna "Geral" para a "Sociais". E o que eu acho mais engraçado é que uma coisa dessas aconteceu num lugar que nem telefone tem [tirando o pessoal que mora no "centro" da cidade]. Isto serve de lição para nos mostrar que respeito não precisa de modernidade nem tecnologia. Basta tê-lo.
Sinceramente, estou impressionada. E sem mais nada a ser dito, apenas repito.
Respeito, não precisa de nada, apenas de ser usado com toda freqüência possível e sem medo de gastá-lo.

Um comentário:
Falou pouco, mas falou bonito. Nós muitas vezes achamos que só os países
"desenvolvidos" envoluíem quando
a esse assunto, só que na verdade
respeito não é só não questão politica, mas
social..
Parabéns!!
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